Nasceu no Porto em 1982. O seu primeiro contacto com a música surge aos 6 anos, tendo iniciado o estudo de Piano com a professora Madalena Leite de Castro. 

Estudou Guitarra Portuguesa com Samuel Cabral, José Fontes Rocha e Pedro Caldeira Cabral. 

Iniciou-se profissionalmente em 2005. 

Para além dos estudos relacionados com a Guitarra Portuguesa, estuda Piano com João Ricardo Fráguas, Formação Musical com António Torres Pinto,   Análise, Harmonia e Contraponto com Daniel Moreira, Composição com Dimitris Andrikopoulos e Improvisação e estudo da linguagem do Jazz com Nuno Ferreira.

No ano lectivo de 2007/2008, frequenta o Curso Livre de Composição – Orquestração leccionado por Dimitris Andrikopoulos na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto – ESMAE. 

Desde então tem-se apresentado regularmente em recitais em Portugal e no estrangeiro a solo, bem como inserido em agrupamentos de música de câmara ou em programas de musica para orquestra. 
Destas apresentações destaca-se o recital a solo na Casa da Músicaem 2009, a propósito do qual a crítica lhe destacou a "superioridade de execução" e o "ousado repertório", onde apresenta obras de Pedro Caldeira Cabral, Ricardo Rocha e Carlos Paredes. O seu trabalho como músico profissional mereceu o aplauso público de Pedro Caldeira Cabral, em entrevista ao Diário de Notícias (in DNartes 16 Setembro 2009). 

De 2010 a 2016, participa no espectáculo Sombras de Ricardo Pais, juntamente com Mário Laginha, Carlos Alves, Mário Franco, Paulo Faria de Carvalho, Raquel Tavares, José Manuel Barreto e os actores Pedro Almendra, Pedro Frias e Emília Silvestre. Este espectáculo, com Música de Mário Laginha e coreografia de Paulo Ribeiro, teve a sua Estreia no Teatro Nacional de S. João no Porto e teve apresentações em Portugal e em vários outro países ( França, Brasil, Rússia ).

Em Outubro de 2011 destaca-se o recital na Fundação Gulbenkian, inserido no festival dos 25 anos do Prémio Jovens Músicos, com transmissão em directo na Antena2, onde para além das suas composições, estreia obras de Mário Laginha, Dimitris Andrikopoulos, Daniel Moreira e Igor C. Silva.

Ainda em 2011 participa como intérprete na banda sonora do documentário “Nadir Afonso – o tempo não existe” de Jorge Campos, cuja música da autoria de Dimitris Andrikopoulos, é a primeira banda sonora escrita exclusivamente para Guitarra Portuguesa e electrónica. 

Em 2012 destaca-se o recital “Armandinho, Paredes e Rocha”, estreado a 1 Outubro no Teatro Nacional de S. João, com encenação de Nuno Carinhas, onde aborda o repertório mais tradicional da Guitarra Portuguesa, apresentando obras de Armandinho, Carlos Paredes e José Fontes Rocha. 

No ano de 2013, lança “Chuva Oblíqua”, o seu álbum de estreia, inteiramente dedicado ao repertório solista que tem vindo a desenvolver. 

Ainda em 2013, forma com o pianista Mário Laginha e o contrabaixista Bernardo Moreira o Novo Trio de Mário Laginha, tendo gravado ainda nesse ano o disco Terra Seca. Escreve para este disco a peça “ Fuga para um dia de Sol”. Esta formação tem-se apresentado regularmente a nível mundial.

Em 2015, leva o recital Armandinho, Paredes e Rocha, ao Festival Culturel Maghrebian de Musique Andalouse, em Argel. 
Destaca-se ainda a participação na estreia mundial da obra “Folk Songs” de Mário Laginha, para Orquestra, Piano, Voz e Guitarra Portuguesa, na Philharmonie du Luxemburg, com Cristina Branco e Mário Laginha, sob a direcção de Peter Rundel. 

No mesmo ano participa no recital “ Fado Barroco”, sob a direcção de Marcos Magalhães, com Ana Quintans, Ricardo Ribeiro, Marco Oliveira e a Orquestra Barroca de Helsínquia, no Helsinki Music Center. Por encomenda de Marcos Magalhães, compõe para este programa a peça Luz de Outono, para Orquestra Barroca e Guitarra Portuguesa.

Destaca-se também, em Maio, a participação no disco “ Severa - fado de um fado, com a soprano Ana Barros e o pianista Bruno Belthoise, para o qual compõe a peça “Transfiguração” para Guitarra Portuguesa solo. A partitura desta obra veio a ser editada pela “ Ava musical editions “.

Ainda em 2015, inicia o curso de Mestrado em Composição e teoria musical, na ESMAE - Escola Superior de Música Artes e Espectáculo. 

Em 2016 “ Fado Barroco “ é apresentado da Fundação Calouste Gulbenkian. Daí resulta uma gravação ao vivo, editada pela editora Naxos. 

Em Maio de 2017, volta a tocar “Folk Songs” de Mário Laginha, desta vez com a Antwerp Symphony Orquestra, sob a direcção de Dirk Brossé.

Em Dezembro de 2017 integra a comitiva do Governo Português na deslocação à FIL - Feira Internacional do Livro de Guadalajara, no México. Toca a solo na cerimónia de passagem de testemunho para o ano Português. 

É licenciado em Direito pela Universidade Católica Portuguesa.