Imprensa

Revista Glosas

quarta, 05 fevereiro 2014

Crítica de Luís Salgueiro . Revista Glosas. Clique na imagem para ler o texto.

Artigo de Manuel Halpern no Jornal de Letras. Clique na imagem para ler o texto.

O pianista Mário Laginha, o guitarrista Miguel Amaral e o contrabaixista Bernardo Moreira juntaram-se para um novo trio, que nasceu este ano para um concerto em Lisboa e que resulta agora num álbum, intitulado "Terra Seca".

O Teatro Nacional de São João do Porto "entrou com o pé direito" no Festival Internacional de Teatro Tchekhov, em Moscovo, com a representação de "Sombras", peça de Ricardo Pais recebida com muitos aplausos e "bravos" por uma sala repleta.

Primeiro foi a provocatória instalação sonora de György Ligeti (Poema Sinfónico para 100 Metrónomos). Seguiu-se, em 2011, um happening musical protagonizado pelos 70 elementos da Banda de Música dos Mineiros do Pejão.

O Teatro Nacional São João (TNSJ), no Porto, acolhe de 18 a 28 de Novembro a estreia da peça «Sombras - A nossa tristeza é uma imensa alegria», de Ricardo Pais.
Trata-se de «uma espécie de paisagem cénica insólita» à volta de alguns dos grandes textos portugueses que Ricardo Pais visitou ao longo dos últimos anos, segundo o teatro.

De um concerto que primou pela superioridade de execução, destacam-se as várias faces da guitarra portuguesa, e o rol de compositores que lhe desvendaram o labirinto...

O jovem guitarrista portuense vai apresentar no próximo dia 17 de Outubro na Casa da Música, um espectáculo que irá abordar várias etapas da evolução da guitarra portuguesa.
Miguel Amaral propõe uma viagem pelas várias faces da guitarra portuguesa, desde os sons do início do século XX, com Armandinho, às obras contemporâneas de Pedro Caldeira Cabral e Ricardo Rocha.